Trago tristeza, desorientação
e medo emaranhados.
O mundo, tudo o que importa do mundo,
Confinado em mim
Nesse sentir que de tão fundo me sufoca
E me faz perdida. Procuro
palavras certeiras. Todas escapam-me.
Há nelas, como em mim,
O destino da falta
A incapacidade da comunicação.
A impossível ponte morre antes de ser chão.
2 comentários:
Vivenciamos, talvez, a idade da incomunicabilidade. Antes de qualquer outra, a inicial, motriz, com a qual vivemos ou existimos... não sei... não estou bem certo...mas ainda assim o prazer da palavra...
Me fez pensar nas folhas e talvez flores que caem e não germinam. Sem outra vida... sem chão...
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