Quando nenhuma metáfora é suficiente
Quando as palavras preferem não se pronunciar
Quando nem se sabe porque a dor insiste e paralisa
E tudo é alheio, longe, estéril.
E o amor perdeu o riso e o rumo,
Desesperançou-se, despedaçado em ruínas de ilusão.
2 comentários:
A ausência de respostas às quais estávamos acostumados... de novo o peso e o quase medo da palavra: irreversível?
Pensamentos e atos por vezes automáticos: tempo, palavra, silêncio, incomunicabilidade...
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