14 fevereiro, 2006

Fim

Quando nenhuma metáfora é suficiente
Quando as palavras preferem não se pronunciar
Quando nem se sabe porque a dor insiste e paralisa
E tudo é alheio, longe, estéril.
E o amor perdeu o riso e o rumo,

Desesperançou-se, despedaçado em ruínas de ilusão.

2 comentários:

ajsblog disse...

A ausência de respostas às quais estávamos acostumados... de novo o peso e o quase medo da palavra: irreversível?

ajsblog disse...

Pensamentos e atos por vezes automáticos: tempo, palavra, silêncio, incomunicabilidade...