"Temos disfarçado com o pequeno medo o grande medo maior e por isso nunca falamos no que realmente importa. Falar no que realmente importa é considerado gafe." Clarice Lispector
12 fevereiro, 2006
Presente
Sua poesia sem pressa atravessou minha travessia desinterditou minhas avenidas minha vida como magia esse estranho dia termina com seu fado rebolado enchendo de vida um reinado sem rei sem rainha.
"Quando meu homem foi embora, soprou aos quatro ventos um recado; que meu trono era manchado, e o meu reino esfiapado; sou uma rainha que voluntariamente abdiquei cetro e côroa e que me entrego e me dou inteiramente ao que sou, à vida errante que no meu sangue ecoa... parto pra súbitas, inéditas paisagens, acendo alto o meu farol de milha... seu nome escuto na trilha..." Caetano
Pra quem são essas palavras? Sinto amor nelas...Me lembra tanta coisa...me lembra aquela "Adélia Prado" que deixou de presente na porta do meu coração(Ó Deus, podemos gemer sem culpa?); me lembra aquele tal Carlos Drummond de Andrade, ao dizer da flor no asfalto, ao dizer do "Áporo", que sai do seu esconderijo pra encontrar a liberdade...e me lembrou a tal Amália, que dizia "de quem eu gosto, nem às paredes confesso e até aposto(?) que não gosto de ninguém..." Seja pra quem for,é sua prova de amor à vida....
Pra quem são essas palavras? Sinto amor nelas...Me lembra tanta coisa...me lembra aquela "Adélia Prado" que deixou de presente na porta do meu coração(Ó Deus, podemos gemer sem culpa?); me lembra aquele tal Carlos Drummond de Andrade, ao dizer da flor no asfalto, ao dizer do "Áporo", que sai do seu esconderijo pra encontrar a liberdade...e me lembrou a tal Amália, que dizia "de quem eu gosto, nem às paredes confesso e até aposto(?) que não gosto de ninguém..." Seja pra quem for,é sua prova de amor à vida....
5 comentários:
"Quando meu homem foi embora, soprou aos quatro ventos um recado; que meu trono era manchado, e o meu reino esfiapado; sou uma rainha que voluntariamente abdiquei cetro e côroa e que me entrego e me dou inteiramente ao que sou, à vida errante que no meu sangue ecoa... parto pra súbitas, inéditas paisagens, acendo alto o meu farol de milha... seu nome escuto na trilha..." Caetano
Alteza...
Pra quem são essas palavras? Sinto amor nelas...Me lembra tanta coisa...me lembra aquela "Adélia Prado" que deixou de presente na porta do meu coração(Ó Deus, podemos gemer sem culpa?); me lembra aquele tal Carlos Drummond de Andrade, ao dizer da flor no asfalto, ao dizer do "Áporo", que sai do seu esconderijo pra encontrar a liberdade...e me lembrou a tal Amália, que dizia "de quem eu gosto, nem às paredes confesso e até aposto(?) que não gosto de ninguém..."
Seja pra quem for,é sua prova de amor à vida....
Pra quem são essas palavras? Sinto amor nelas...Me lembra tanta coisa...me lembra aquela "Adélia Prado" que deixou de presente na porta do meu coração(Ó Deus, podemos gemer sem culpa?); me lembra aquele tal Carlos Drummond de Andrade, ao dizer da flor no asfalto, ao dizer do "Áporo", que sai do seu esconderijo pra encontrar a liberdade...e me lembrou a tal Amália, que dizia "de quem eu gosto, nem às paredes confesso e até aposto(?) que não gosto de ninguém..."
Seja pra quem for,é sua prova de amor à vida....
Keep writing.You have talent for poetry.It has rithm and some lines are really good
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